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Velhinhas assassinas do carrinho de feira

domingo, 19th *.* julho, 2009

Uma das poucas coisas que eu adoro fazer em família desde pequeno é ir à feira. Aquela feira livre mesmo, onde vende frutas, hortaliças, legumes e tudo o mais que é imaginável. Isso é meio que um programa de domingo aqui em casa quando não tem aquele almoço dominical ou visita à casa da avó.

Obviamente, o que sempre me atraiu nas feiras foram os pastéis. Quando eu era menor a variedade era pouca, então eu comia o básico carne ou queijo acompanhado de um copão de caldo de cana. Delícia, né! Agora são vários os sabores, mas ainda prefiro os que tenham queijo. Mas, como vocês perceberam no título desse post, esse não é o intuito desse texto.

Ele é o culpado

Ele é o culpado

Só quero desabafar que não há nada pior nessa vida do que as velhinhas com aqueles carrinhos de feira. Foram poucas as vezes que eu fui à feira em que elas não conseguiram levar um pedaço do meu tornozelo para casa. E eu só posso pensar que ela fazem de propósito.

Deve haver alguma conspiração contra minha pessoa para que eu sempre seja machucado por uma maldita velhinha assassina com um carrinho de feira. Elas parecem inofensivas, fracas, debilitadas, mas não hesitam em passar com aquela roda no meu calcanhar. A cena é ainda mais bizarra quando dois carrinhos ficam presos. Elas olham para trás, fazem cara feia e dão um tranco no veículo de uma maneira que deixaria marmanjos no chinelo.

Ela andam devagar pra caramba também e provocam congestionamentos naquele espaço rídiculo entre as bancas. E se você tenta passá-las simplesmente não consegue, porque ela te fecham. Depois que eu assisti Magadascar (1 e 2) não consigo não associar a velhinha das artes marciais do metrô com essas velhinhas assassinas do carrinho de feira.

Parecem do bem, mas são cruéis

Parecem do bem, mas são cruéis

Por isso, sou a favor das sacolas de feira. Além de inofensivas, elas não provocam congestionamento e ainda são ecológicas (minha mãe sempre pede para colocar os produtos direto nelas em vez de usar aquele saquinho plástico).

Sei que elas são velhinhas e não devem aguentar circular pela feira carregando um saco, mas elas que coloquem os netos, filhos, sobrinhos ou até mesmo o vizinho para trabalhar. Pelo bem do tornozelo alheio (com o tempo, o meu virou ninja e sabe como evitar ser despedaçado).